Um artesão não procura tráfego. Procura chamadas na sua zona, para obras que sabe fazer.
Os ofícios da construção estão entre os mais caros em leilões, e entre os mais expostos a pedidos sem seguimento: fora da zona, fora do ofício, ou simplesmente impossíveis de contactar. Uma campanha que conta os formulários recebidos dá números lisonjeiros enquanto a agenda continua vazia.
Primeiro, a zona
Um orçamento a quarenta minutos de estrada não vale o mesmo que um a dez. A segmentação geográfica e os horários de veiculação ajustam-se à sua realidade de deslocação, não a um raio teórico.
A chamada conta mais do que o formulário
Nestes ofícios, o contacto útil faz-se pelo telefone. O acompanhamento das chamadas permite saber que anúncio e que palavra-chave fizeram o telefone tocar, e portanto quais merecem o orçamento.
Afastar o que não é contactável
Um pedido sem número de telefone não é um contacto. Medimos o que realmente se pode voltar a contactar, não o volume bruto de formulários.
Uma página que tranquiliza depressa
Zona de intervenção, prazo, prova do ofício, número visível. O visitante de um site de obras decide em poucos segundos se lhe liga ou se volta ao Google.
O que está incluído
É preciso um site para começar?
Não, está incluído. Uma página de aquisição é construída com a campanha, em seu nome, antes do primeiro euro de tráfego.
Como evitar os pedidos fora da zona?
Através da segmentação geográfica, das palavras-chave negativas e, sobretudo, medindo-o. Um pedido fora da zona que nunca é contado como tal continua a atrair orçamento.
E se o meu ofício for sazonal?
A veiculação pode ser reduzida sem ser interrompida. Em agosto, por exemplo, o orçamento pode descer para 4,99 € por dia: o histórico da conta é preservado e a retoma não recomeça do zero.